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Artigo definido

1) Dentre os nomes próprios geográficos, a língua distingue:

a) os que repelem o artigo:

Portugal, Roma, Atenas, Curitiba, São Paulo, Paris etc.

Lembrar que estes nome de locais, quando acompanhados de adjetivos ou locução adjetiva, tornam obrigatório o uso do artigo:

O velho Portugal, a Atenas de Péricles, etc.

b) os que exigem o artigo:

A Bahia, o Rio de Janeiro, a Amazônia, os Açores etc.

c) alguns poucos que se usam, indiferentemente, como o artigo ou sem ele:

Recife ou o Recife, Aracaju ou a Aracaju etc.

2) Nomes próprios de pessoas são determinados pelo artigo quando usados no plural.

Os Maias, os Homeros, os Caxias, etc.

Posto antes dos nomes de pessoas, o artigo denota intimidade e familiaridade.

A Márcia estuda à noite.

3) O uso do artigo é facultativo diante de pronomes possessivos:

Foi rápida a sua entrevista (ou sua entrevista).

Omite-se o artigo definido

a) antes dos pronomes de tratamento:

Engana-se Vossa Senhoria, disse o rapaz.

b) entre o pronome cujo e o substantivo imediato:

Há animais cujo pêlo é liso (e não cujo o pêlo é liso).

c) diante dos superlativos relativos:

Ouvi os médicos mais competentes (e não os médicos os mais competentes).

d) frequentemente nos provérbios e máximas:

Tempo é dinheiro.

e) antes de substantivos usados de uma maneira geral:

Especialistas afirmam que mulher fica mais gripada que homem.

f) diante da palavra casa, quando designa residência da pessoa que fala ou de quem se trata:

Ficou em casa. Fui para casa.

Todavia, se a palavra casa vier acompanhada de adjetivo ou locução adjetiva, deve ser anteposto, ordinariamente, o artigo:

De tarde, a menina foi até a casa da avó.

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